14/04/2009 - Cabeça de Líder - Cesar Souza
Forme outros líderes, não apenas seguidores
Quando pensamos em liderança, a primeira imagem que vem à mente é a de uma pessoa iluminada andando à frente, com um grupo de seguidores tentando correr atrás. Nada mais obsoleto que essa visão do papel do líder. Os verdadeiros líderes não formam apenas seguidores – formam outros líderes!

Talvez você compreenda melhor essa provocação, se me acompanhar em uma analogia. Vamos pensar como evoluiu a percepção sobre o que é ser “gênio”. No passado, era aquele que saía de dentro da lâmpada, lembra? Genial era inventar um produto, fazer uma descoberta científica ou ter um lampejo de inspiração em um momento mágico.

Quando a inovação e a imaginação humana tornaram-se a matéria-prima que diferencia o sucesso do fracasso, o gênio passou a ser aquele capaz de criar um ambiente que permitisse a genialidade dos outros florescer e contribuir para o sucesso empresarial. Longe do culto a uma personalidade ou aos seus feitos do passado, gênio é aquele que cria condições favoráveis para despertar a genialidade nos outros. Um exemplo universal é o Walt Disney que foi genial, não apenas porque criou personagens como o Mickey e o Pato Donald. Ele o foi porque criou uma cultura empresarial em que novos personagens de sucesso continuam sendo criados mesmo após o desaparecimento de Disney há bastante tempo.

Voltando ao questionamento inicial, o líder competente não é mais aquele que tem atrás de si um grupo de pessoas que segue fielmente o rumo traçado e são recompensados pela sua lealdade. Essa é uma visão elitista da liderança, que precisa ser desmistificada. Os líderes competentes são aqueles que têm, em torno de si, pessoas capazes de exercer a liderança, quando necessário. Eles criam estruturas, mecanismos, atitudes e posturas que estimulam o desenvolvimento do líder que existe dentro de cada um com quem convivem. Formam, assim, outros líderes.
 
E fazem isso, porque já perceberam que as empresas necessitam de líderes em quantidade muito maior do que no passado. Vejamos alguns motivos: as grandes empresas estão se reestruturando em unidades negociais menores e mais autônomas, para se tornarem mais competitivas; em momentos de crise como o atual, as empresas precisam estar muito mais próximas de seus clientes e comunidades; as áreas funcionais precisam mais do espírito empreendedor e menos do burocrático. Precisam mais de líderes do que de chefes.

Sabemos que uma maior fatia de mercado, rentabilidade, lucros e ebtida são ativos perecíveis, podem desaparecer em pouco tempo. Como demonstrou a volatilidade de empresas que pareciam sólidas até seis meses atrás. Os líderes que desejam perpetuar suas empresas precisam não de seguidores leais, mas de líderes capazes de empunhar a causa da empresa no momento seguinte.

Enfim, parece inquestionável que, em vez de poucos líderes no topo da pirâmide como no passado, as empresas competitivas passaram a necessitar de muitos líderes em todos os níveis. As empresas vencedoras serão aquelas que souberem montar verdadeiras fábricas de líderes de qualidade, não apenas produtos de qualidade. 
 
Por essas razões, o líder eficaz passou a ser aquele que souber criar condições para que a liderança se manifeste nas outras pessoas. Em vez do mítico líder carismático que serviu de modelo na Era do Comando, os líderes eficazes serão aqueles capazes de arquitetar e implantar formas de organização que permitem o florescimento da liderança nos outros. 
 
Muito diferente daqueles líderes que sofrem da Síndrome da Branca de Neve e preferem cercar-se de pessoas menores para brilhar na incompetência da sua equipe. Ou na lealdade cega de seus seguidores.

O líder eficaz cria condições para que seja revelado o potencial de liderança das pessoas com as quais convive. Não é mais aquele que tem talento apenas para comandar. Os líderes dessa era que se finda foram especialistas em construir paredes que delimitavam muito bem o território de ação de seus departamentos ou da empresa como um todo. Brilharam na especialização de atividades e formaram seguidores baseados na cultura do “cada macaco no seu galho” e no “manda quem pode, obedece quem tem juízo”.

Daqui para frente, vão brilhar os líderes que souberem formar outros líderes, que souberem construir pontes entre os diversos departamentos, entre a empresa e seus clientes, com seus canais de distribuição, investidores e comunidades onde atuam. Mas isso é tema para a próxima coluna aqui no Portal HSM Online. Proporei que você seja um líder 360 graus, e deixe de ser apenas um líder 90 graus, como a maioria ainda é.

 

Por César Souza, presidente da Empreenda, empresa de consultoria em estratégia, marketing e recursos humanos, além de autor e palestrante.

 

Espaço do leitor: 32 Comentários
Comentários:
Marcineia Oliveira - www.innersmart.com.br disse:
Outubro 9 de 2009 às 17:50 hs.
Muito bom seu artigo. Sem dúvida César o líder atual precisa formar sucessores. Gostei da síndrome da Branca de Neve, algo que realmente acontece em muitas equipes. Muitos líderes ainda alegam que em sua equipe não tem ninguém competente para substituí-los, quando necessário. Vivem com medo de elogiar seus liderados. A geração Y chegou e esta disposta a lutar por seu lugar ao sol.
Jéssica Oliveira disse:
Setembro 27 de 2009 às 10:50 hs.
Olá Cesar, gostei muito de seus artigos!Onde encontro algo sobre Liderança Feminina, utilizando a teoria do Empowerment, como a mulher delega poderes?Obrigada :)
Cesar Souza disse:
Maio 14 de 2009 às 18:48 hs.
Ricardo,em breve publicarei um texto nesta coluna da HSM sobre a Geração Y. Mas se tiver pressa, sugiro 2 coisas:a) me mande sue email e te mando o textob) acesse o www.blogdolider.com.br onde publiquei uma entrevista com o Ruy leal, diretor da Via de acesso, sobre a "Geração Super Y"Sucesso!
Cesar Souza disse:
Maio 14 de 2009 às 18:45 hs.
Renatoespero que voce volte a acessar esse portal. mandei email para voce convidando-o a voltar.Voce tem razão: "ninguem sobrevive só" como disse. Vou além: ninguém vence só. A arte de desenvolkver parcerias é uma das maiores competencias que precisamos adquirir para realizar nossos sonhos. Em 1973, ouvi o Raul Seixas, meu conterraneo, cantar: "Sonhos sonhados sozinhos, permanece um sonho. Sonnhos sonhados em conjunto vira realidade". O realizador de sonhos tem de sonhar em conjunto e aprensdder a desenvolver outroa lideres pois sozinho, não dá!abraço e espero te-lo sempre como interlocutor.
Rodrigo disse:
Maio 12 de 2009 às 07:26 hs.
Parabéns pelo artigo. Aliás não é de hoje que acompanho seus textos e idéias. Abraços
Flávia Turci disse:
Maio 11 de 2009 às 12:45 hs.
César Parabéns pelo artigo. O líder eficas constroi pontes em vez de paredes, expande seus horizontes, abre novas, portas, mercado e oportunidades para o novo.
Ricardo Pasquin disse:
Maio 10 de 2009 às 13:27 hs.
ótimo artigo sobre lideraça César. parabéns. gostaria muito de ler um artigo seu sobre liderança na Geração Y. teria como?um grande abraço
Renato L. Furtado disse:
Maio 9 de 2009 às 07:30 hs.
Ninguém sobrevive só, essa é a realidade.obs. deveriam pedir também nossos e-mails para que assim que o colunista responderem os comentários, a resposta fosse enviada também para o e-mail da pessoa que fez o comentário. Eu mesmo dificilmente voltarei aqui para ler a resposta do Cesar.renato@furtadomadeiras.com.br
cesar souza disse:
Maio 8 de 2009 às 17:42 hs.
Jaimefico feliz com suas palavras. Minha causa atual é provocar um repensar sobre o conceito e a pratica da Liderança. Inovação não é necessaria apenas em produtos, processos e tecnologias. inovação tem de ocorrer principalemnte no campo das ideias. E modestamente estou tentando inovar ao propor um novo olhar sobre a Liderança. Continue firme!Ivaneide: tambem cansei de tanto jargão, de tanto aué e de tanto "liderês". Bola no chão !!O Gentil Cardoso, antigo tecnico de futebold e clubes no Rio sempre instruia seus jogadores a colocar a bola no chão. Sua explicação era suigeneris: a bola é feita de couro; o couro vem do gado; gado gosta de grama. então, role a bola na grama e páre com bolas aéreas... rsPastor, grato por suas palavras e pela referencia ao me livro Você é do tamanho dos seus sonhos
Jaime Veloz disse:
Maio 5 de 2009 às 21:11 hs.
Concordo absolutamente com as suas palavras. Fico feliz de ver que além de termos grandes avanços tecnológicos nos setores de telecomunicações, medicina, transportes etc. Também estamos evoluindo no pensamento de como se dirige uma organização, deixando de ter como foco principal na valorização de uma empresa, os ativos fixos e o famoso "lucro" e, sim passamos a valorizar o fundamental de todo o processo produtivo das organizações, o ser humano com a sua capacidade inerente de criar e como conseqüência liderar o que seja necessário, trabalhos, empreitadas, grupos, organizações, entidades, países. Continuemos a acreditar nesses novos tempos, tempos de mudança.
Ivaneide Passos Barreto Costa disse:
Maio 5 de 2009 às 11:05 hs.
Tomara que (como desconfio) esse nova mudança exigida seja apenas uma volta às origens do ser humano: relações simples, diretas, menos complexidade. .. ("tô "cansada de tanto auê).Parabéns pelo texto.
Pr. Reginaldo Martins disse:
Maio 3 de 2009 às 11:37 hs.
Cesar, aprecio muito os seus textos e fui muito impacto com o seu livro: Você é do tamanho do seu sonho!. Como pastor gostaria de mencionar que Jesus foi este líder em excelência, transformou homens iletrados em escritores, pescadores em promotores de transformação, homens de um lugarejo em cidadãos do mundo. O seu texto traduz nos minimos detalhes o comportamento de Jesus como líder. Não quero propor uma "pieguice" religiosa; mas sim, provocar as pessoas a olhar para um líder que influencia o mundo até hoje porque investiu um ano e meio dos três anos do seu ministério terreno na formação de líderes. Jesus tirou pessoas do anonimato e os transformou em grandes líderes.Abraço Fraternal!Pr. Reginaldo Martins
Ricardo Mello disse:
Abril 30 de 2009 às 14:48 hs.
Também gostaria que menciona-se em seu proximo artigo sobre o líder 360º. Li seu livro sobre liderança e adorei a abordagem sobre a liderança dentro e fora do campo de trabalho.abraçoss Mello
cesar souza disse:
Abril 29 de 2009 às 21:00 hs.
Klebergrato por ter antecipado esse assunto do lider 360o. Prometo que a proxima coluna tratarei desse tema, a diferença entre liderar 360 graus e liderar 90 graus.
cesar souza disse:
Abril 29 de 2009 às 20:58 hs.
Miriamrealmente as fusões e aquisições muitas vezes tem destruido pessoas e lideranças emergentes.Sempre digo que há uma verdadeira "pororoca cultural" quando ocorre uma fusãodificil lidar com culturas diferentes e o mais fácil é comprar. Dificil é o dia seguinte: absorver, valorizar, motivar, aculturar, fazer as pessoas da eempresa adquirirda felizes e produtivas, mobilizadas em torno de uma causa. Felizmente alguns casos de sucesso tem serccvido de exemplo e inspirado lideres a fazerem aquisições mais produtivas, crianndo realmente a sinergia que se pretende quando se busca a compra.
cesar souza disse:
Abril 29 de 2009 às 20:58 hs.
Miriamrealmente as fusões e aquisições muitas vezes tem destruido pessoas e lideranças emergentes.Sempre digo que há uma verdadeira "pororoca cultural" quando ocorre uma fusãodificil lidar com culturas diferentes e o mais fácil é comprar. Dificil é o dia seguinte: absorver, valorizar, motivar, aculturar, fazer as pessoas da eempresa adquirirda felizes e produtivas, mobilizadas em torno de uma causa. Felizmente alguns casos de sucesso tem serccvido de exemplo e inspirado lideres a fazerem aquisições mais produtivas, crianndo realmente a sinergia que se pretende quando se busca a compra.
Chico Pereira disse:
Abril 28 de 2009 às 10:51 hs.
A globalização fez o globo girar, pessoas voarem e se aproximarem de tudo e de todos... Portanto criar ambientes onde as pessoas consigam desenvolver os seus conhecimentos e poder desenvolver as práticas da boa liderança, pautando a ética, respeito, conhecimento e humildade para ser um eterno aprendiz. Esse líder estará formando novos líderes e cidadões melhores, isso é bom para as empresas, nações e para o mundo como um todo.
Kleber Junior disse:
Abril 27 de 2009 às 13:03 hs.
Isso é atitude de um lider 360º. Um lider capaz de mobilizar empresas, comunidades e pessoas, na busca do crescimento pessoal, humano e profissional. Os paradigmas de velhos hábitos de lideranças devem ser quebrados. O mundo de hoje exige pessoas havidas por desafios....pessoas capazes de causar mudanças ao seu redor...pessoas capazes de trazer riquezas a outras pessoas..pessoas não egocêntricas...pessoas altruístas...pessoas emocionalmente equilibradas, enfim, as empresas, sociedade, a sua comunidade, precisa de pessoas que gostam de pessoas. É esse o espiríto do lider 360º.
Dalva Bervian disse:
Abril 26 de 2009 às 19:53 hs.
Muito bom o artigo,nos remete a busca,o conhecimento e mais o importante,capacitar nossos colaboradores para fazer da nossa empres a melhor.Adorei e repassei para muitos amigos.Abraço.
Carlos Alberto Júlio disse:
Abril 24 de 2009 às 18:43 hs.
Cesar,Você parece um bom Bougogne, o tempo te depora e te torna melhor.Abraços e parabéns,Júlio
Mirian disse:
Abril 24 de 2009 às 18:23 hs.
Prezado Cesar, parabéns pelo artigo e abordagem. Este artigo deveria circular nas empresas. Gostaria de obter sua opinião quanto as aquisições e fusões ou mesmo as grandes reestruturações que muitas vezes eliminam a cultura da empresa formadora de lideranças através do corte de pessoal. Será que as empresas estao preparadas para ter esse tipo de liderança? As empresas estão dispostas a investir nesse tipo de líder ou na formação desse tipo de líder em detrimento á redução de custos? Mesmo sabendo que líderes levarão a empresa ao sucesso, na prática não é o que vejo acontecer.
cesar souza disse:
Abril 24 de 2009 às 18:06 hs.
Concordo com os comentarios. Mas o dificil é praticar isso, entender que o maior legado que podemos deixar são pessoas capacitadas e lideres que possam nos substituir. Vou colocar a frase que ouvi de um grande lider empresarial quando, aos 47 anos, me apresentou seu substituto: "Só é promovível , quem é substituível!". que acham disso?
JOSÉ disse:
Abril 24 de 2009 às 12:34 hs.
MUITO BOM ARTIGO , AINDA BEM QUE CRUZASTE O MEU CAMINHO E TIVE OPORTUNIDADE DE LER ESTE ARTIGO.
Jusiara Frangeli disse:
Abril 23 de 2009 às 18:37 hs.
Parabéns pelo site, sou sua fã, já li alguns de seus livros e concordo que o líder atual é aquele que fortalece sua equipe e com ceretza forma outros líderes e não somente seguidores.Abraços.
Cibele Santos disse:
Abril 23 de 2009 às 16:08 hs.
Realmente ser um líder formador de líderes, administrar uma estrutura empresarial que dê condições e oportunidade de desenvolvimento para as pessoas e enxergar os funcionários como parceiros de negócio é uma necessidade, não apenas mais um modismo do mundo administrativo. Ser substituído por um colega ou funcionário não é - como nunca foi - uma ameaça, mas uma oportunidade de crescimento! Atuo com consultora em pequenas e médias empresas e vejo o quanto líderes empreendedores têm sido pressionados pelas circunstâncias a assimilar esse conceito, e até entendem a teoria, mas tropeçam na prática. Esse tem sido meu principal desafio com meus clientes e artigos como esse reforçam o direcionamento do meu trabalho. Obrigada e parabéns!
Ruy Leal disse:
Abril 22 de 2009 às 07:41 hs.
Prezado CésarArtigo direto, objetivo e inspirador. Aprendi, como sempre parendo com você. Tomei a liberdade de fazer circular entre os colaboradores do Instituto Via de Acesso o seu artigo. AbraçosRuy Leal
DETULLY PEREIRA disse:
Abril 21 de 2009 às 18:38 hs.
SER LIDER É TER O SUBORDINARDO COMO PARCEIRO
cesar souza disse:
Abril 21 de 2009 às 07:25 hs.
Ruth,Com certeza a Humildade e a Abertura para o ´parendizado constante são características dos lideres. Fiz extensa pesquisa com 1200 lideres nos 4 continentes, com os quais convivi ou pelo menos conheci (isso está relatado no meu livro VOCÊ É O LIDER DA SUA VIDA? publicado pela Sextante em 2007) e sempre me impressionou o traço da Humildade nessas pessoas inspiradoras.Sobre sua consulta par publicar o artigo no grupo de Liderança do linkdin não vejo problema, desde que citada a fonte do Portal HSM. Sugiro que voce taambem conviide as pessoas dessa comunidade a acessarem o artigo no portal, fornecendo o link. Gostaria de receber comentarios dessas pessoas pois minha intenção é um fórum para discutirmos esse tema.
Ruth Muraro disse:
Abril 20 de 2009 às 13:34 hs.
Antes de tudo parabéns pela abordagem, simples e direta. O que resume muito bem seu artigo é que um Líder dos dias atuais tem que ter humildade para ser um eterno aprendiz. Ou alguém tomará o seu papel com muita rapidez. Nas empresas, nos lares, nos países. Não vejo outra forma de ser um bom lider se não houver abertura para o constante aprendizado e constante facilitação da aquisição deste aprendizado pelos seus liderados.
Ruth Muraro disse:
Abril 20 de 2009 às 12:58 hs.
Cesar,Você pode postar este seu artigo , CABEÇA de Lider, no grupo de estudo de liderança e desenvolvimento, no Linkedin? Posso fazê-lo por você?Um abraçoRuth
Cesar souza disse:
Abril 16 de 2009 às 16:00 hs.
Caro João Batistamuito bom seu comentario e a observação sobre o Obama. isso mesmo , a nova dinâmica exige LIDERES FORMADORES DE LIDERES, não se trata apenas de um altruismo e sim de uma exigencia das novas circunstancias
João Batista de Souza disse:
Abril 15 de 2009 às 22:23 hs.
"O mundo mudou temos que mudar com ele". Foi mais ou menos o que o novo presidente dos EUA falou em seu discurso. Bem sabemos ao que Barack Obama se refere. Mudou a dinâmica nas relações sócio-econômicas. Seja na família, nas associações e empresas ou entre países. Novos conceitos de lidernça em todos os grupos tem que mudar. O domínio do conhecimento, em face do efeito da globalização nas relações sócio-econômicas acelerou o obsoletismo nos sistemas estruturais de produtividade, envolvendo recursos materiais e humanos. A dinâmica da organização produtiva atual exige líderes formadores de líderes, por que só os líderes arriscam, tomam decisões, empreendem. Há a necessidade do aprimoramento contínuo das organizaçãos, por que os ciclos empresariais (de vida das Empresas) tedem a ser cada vez menores. O novo líder é o gestor dessa mudança, da inovação contínua, inclusive dos seus próprios conceitos e atitudes como líder.
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