Espaço do leitor: 20 Comentários
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Comentários:
Caio Thomé disse:
Janeiro 28 de 2010 às 09:43 hs.
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Rodrigo Pessoa disse:
Julho 4 de 2009 às 14:30 hs.
De fato. O modelo de RH atual não consegue conquistar a simpatia do funcionário, e com a postura de ser apenas um replicador de ordens, como mencionado, torna-se commodity. Tanto que várias empresas terceirizam seu setor de RH, o que NUNCA deveria acontecer pois o RH DEVE permanecer junto aos funcionários em tempo integral e CONHECE-LOS em sua essência se quiser saber como orienta-los aos resultados da empresa e de seus clientes.
Dieter Kelber disse:
Julho 4 de 2009 às 14:14 hs.
É bastante interessante que um tema recorrente como este não encontre iniciativas mais generalizadas e também profundas para a sua solução.Nas minhas pesquisas tenho notado que empresas onde o Presidente/CEO tem um perfil de LIDESTOR este tema é melhor resolvido. Acreditar que uma sala de aula pode ensinar alguém a gerenciar pessoas é um equívoco muito grande.As salas de aula, aliás cada vez piores em termos pedagógicos vivenciais, cada vez mais concreto, cada vez mais prédios, apenas podem apresentar conceitos. O aprendizado precisa-se se dar de forma prática, nodia a dia, com metodologias da pedagogia corporativa. É mais que urgente que as grades de ensino sejam mudadas para que as pessoas tenham um desenvolvimentomais equilibrado entre cabeça e coração. Obrigado a todos pelos seus valiosos comentários.Abraços e uma excelente semana. Dieter.
Isabelle Cardoso disse:
Junho 25 de 2009 às 15:58 hs.
O RH tem um papel imprescindível nas organizações, no entanto o mesmo desconhece a sua importância. Liderar pessoas, orientá-las para os objetivos da empresa talvez nos remeta ao pensamento de que o complexo nem sempre resolve, e sim o básico. Nesse caso, o básico são os próprios valores humanos: empatia (para entender o que o outro quer), cooperação (para trabalhar em equipe e em sinergia), humildade (para entnedermos que tudo o que alcançamos na verdade é nada e que precisamos ir sempre além), entre outros. Dessa forma, não seria preciso tentarmos recorrer à complexidade teórica que surge a cada minuto e que, o invés de ajudar, fica inerte até que alguém compreenda e passe aos demais colaboradores.
Ana Paula Aissa disse:
Junho 25 de 2009 às 09:28 hs.
Muitas vezes a desculpa da crise é usada para que a empresa se "desfaça" daqueles funcionários que não dão resultados. Será que essa é a melhor estratégia...será que os custos de dispensas, recrutamentos e novos processos seletivos não é muito maior do que a formação e capacitação desse mesmo funcionário.O que é óbvio para empresa, reforço aqui, nos gestores, necessariamente não é obvio para o empregado e muitas vezes nem para o RH, colocar as cartas na mesa e desenvolver pessoas dá trabalho, mas acredito que é essa a melhor estratégia.
Jackson de Araújo Silva disse:
Junho 24 de 2009 às 06:56 hs.
Muito bom. Aliás, todas as áreas da empresa deveriam atuar de forma estratégica ligando os negócios da empresa ao do cliente: O RH contratando pessoas com os olhos nos clientes; a TI alinhada ao core business buscando melhorias para atender o cliente; e assim por diante.
Tiago - Sócio Comunica Geral disse:
Junho 23 de 2009 às 18:17 hs.
Infelizmente o artigo tem razão. Hoje cada vez mais os RHs acabam sendo apenas a porta de entrada e de saída de recursos. E pecam muito por estarem pouco atuantes no desenvolvimento e aprimoramento dos talentos da empresa.Poucas empresas realmente pensam a longo prazo para fazer a correta formação de pessoas e assim evitar-se ir ao mercado sempre que for necessário um novo recurso.TiagoSócio Comunica Geralwww.comunicageral.com.br
Fernando Lobo Vianna disse:
Junho 23 de 2009 às 16:16 hs.
É curioso como as pessoas envolvidas com o RH resistem à visão de resultados. Normalmente a resistência se apóia em indicadores que não estão diretamente relacionados ao RESULTADO DE NEGÓCIO. O desafio é este, quais indicadores precisam ser monitorados para poder se avaliar em quanto o RH contribui efetivamente para o resultado do negócio.
vasilva@grupogsa.com.br disse:
Junho 23 de 2009 às 09:09 hs.
Muito promissor, no entanto, tenho o mesmo pensamento de Eliane Dantas, em seu comentário do dia 17/06/09. A realidade de algumas das empresas é de nem conhecer sua propria estratégia, sem se falar em Visões, Missões e Valores sem saber o que significa. Pergunto como podem esperar do RH ou Departamento pessoal (muitos ainda tem duvida da sua diferença) uma mudança de atitude?
Mário Cabral disse:
Junho 19 de 2009 às 18:09 hs.
Infelizmente, ou não, a verdade é que realmente as organizações não estão preparadas para adotar uma postura de desenvolvimento do seu "recurso humano". Embora, já virou clichê dizer que "nossos funcionários é o nosso maior capital". Sob um olhar otimista, acredito que já estamos numa fase de transição, que nunca deve terminar, mas aos poucos iremos caminhando para uma direção mais coerente com o que desejamos para a nossa época. A todos nós que estamos enfrentando essa resistência a mudança de cultura, a insistência fará a diferença.
Neide Ferreira disse:
Junho 18 de 2009 às 15:16 hs.
Que bela oportunidade para conhecê-los.Parabéns pelas entrevistas e questões abordadas.
Marcos Simões disse:
Junho 18 de 2009 às 10:20 hs.
A nossa amiga Déboa foi ao xis da questão: que tipo de rh a empresa quer/precisa/defende? O profissional de rh precisa descobrir essa resposta até antes de aceitar trabalhar na empresa. Por ouro lado existem proissionais do tipo "pau mandado" que sequer sabe se defender. O sucesso de um RH depende...dos líderes principais da empresa...da qualidade do profissional de RH e...das contingências pois é muito difícil sustentar determinadas ações em situações de extrema competição ou crise. Um abraço! Marcos Simões. Gestor da RHFÁCIL BRASIL www.rhfacil.net
Debora B disse:
Junho 18 de 2009 às 08:24 hs.
Alguém já parou para pensar que não é só o RH que precisa mudar .... Muitas empresas não estão preparadas para ter um RH que atue dessa forma, se a alta administração e acima de tudo o presidente da empresa não tem esta cultura, como o RH vai conseguir mudar algo?! Precisamos ter pessoas preparadas no RH sim e para este ser estratégico é claro, mas acima de tudo é necessário que o "TOP das empresas" estejam preparados, bem como, dêem apoio e suporte nas ações de RH.
FABRICIO FERREIRA disse:
Junho 17 de 2009 às 18:14 hs.
O RH SEMPRE FOI O PONTO CHAVE DO MEIO DE PRODUÇÃO HUMANO DA EMPRESA. ELE É A ALMA DELA. DESCOBRIR TALENTOS É LAPIDÁ-LOS É UMA FUNÇÃO DE CONSTANTE CRESCIMENTO, TANTO DE CONHECIMENTO, QUANTO DE VALORES. O QUE DEVE SER LEMBRADO, É QUE TODO TALENTO NATO, NASCIDO COM O SER, DESNVOLVE E ENVOLVE O SER E A SOCIEDADE. MAS É NECESSÁRIO TOMAR CUIDADO COM O PERFIL ESSÊNTRICO EM RELAÇÃO AO EGO. MESMOS OS GRANDES GÊNIOS PRECISAM SER BEM CONDUZIDOS POR ELE E PELOS SEUS SUPERIORES, PARA MANTER O FOCO E TRAZER À TONA SEUS CONHECIMENTOS E VALORES DE FORMA SÓBRIA E BEM ELABORADA. ISSO SE REFLETE NA FORMA QUE ESSE INDIVÍDUO SE REPORTA AS PESSOAS A SUA VOLTA, SEJAM SEUS SUPERIORES, CLIENTES , OU AS PESSOAS À SUA VOLTA.
Djalma Moraes disse:
Junho 17 de 2009 às 16:04 hs.
Bom para refletir, melhor é colocar-se no lugar da pessoa que está para ser demitida, que nem ao menos pode ouvir uma palavra do seu chefe, que justificasse a dispensa sem cair na ladainha da crise. Bom é avaliar o quanto esperamos que as empresas ajam desta e daquela forma, que melhore isto e aquilo, se nós que somos parte dela, muitas vezes nos preocupamos com o nosso próprio umbigo. A crise é democrática, incomoda à todos, então é hora de buscar a mudança em nós mesmos para fazermos empresas mais saudáveis e alinhadas com o Ser Humano e não só com processos de produção, abrindo cada um o seu espaço para falar e ser ouvido. Bom é ajudar a criar cultura de solidariedade e respeito no ambiente de trabalho, justificando o nome de Recursos Humanos, onde pessoas são recursos insubstituíveis, pois, não existem dois funcionários iguais. Aquele que sai, não se assemelha ao que chega, mas, a cultura fica e se o ambiente for pleno de Clareza, Respeito, Ética e Reconhecimento, quem chegar se sentirá feliz e acolhido, quem sair, embora dolorido, não carregará tantos rancores, que são fruto do ambiente gerado pelas pessoas.
Eliana Dantas disse:
Junho 17 de 2009 às 13:47 hs.
Achei lindo o desenvolvimento do conteúdo, porém fico imaginanando se ao menos as empresas sabem qual o conceito destas palavras lindas como: Planejamento estratégico, pedagogia no desenvolvimento da organização, cultura, política empresarial, valores, enfim, várias outras que ouvimos constantemente. como o autor disse, falta um preparo, ou seja, um conhecimento teórico antecedente a prática.
Edgard disse:
Junho 16 de 2009 às 19:39 hs.
Concordo, mas é mais do mesmo... Esse discurso é antigo, o que falta mesmo é a prática. Chega de apenas falarmos que temos que entrar no negócio, sermos parceiros estratégicos, participar das decisões estratégicas. Temos (área de pessoas) que "conquistar" o nosso espaço, mas para isso temos que ter profissionais na área de pessoas "preparados" para "entender" do negócio e falar a mesma língua dos gestores.
Fabiana disse:
Junho 16 de 2009 às 19:11 hs.
Concordo plenamente, se não houver mudança principalemte em tempo de crise e instabilidade é mais difícil passar por tudo isso e sair apenas arranhado ....e não aniquilado!!!
Eudio Braz do Amaral disse:
Junho 16 de 2009 às 17:31 hs.
É, é por aí--este discurso diz da necessidade de entender que "todo presidente CEO é também presidente CEO de RH" - assim reza a principal parte do curso de especialização da EAESP/FGV -, é a fala do Prof Luiz Carlos Cabrera em sala de aula: se sairem daqui com a istória do jacaré e pronto para "todo gerente é gerente de RH" poderão ir ao estado de modernidade do RH--conectado com as estratégias do business: lucratividade com sustentabilidade jÁ!
antoniel disse:
Junho 16 de 2009 às 15:49 hs.
De extrema relevância, as empresas comtemporâneas necessitam mudar arduamente a politica de relacionamento com clientes e sociedade em geral afim de encontrar soluções tangíveis nas suas prioridades.