Recursos Humanos
Retenção de jovens talentos no século XXI

Será que a sua empresa sabe a geração Y pode oferecer e está preparada para recebê-la?

O jogo The Sims, criado em fevereiro de 2000 pelo designer de jogos Will Wright, é uma simulação de vida, no qual o jogador é encorajado a tomar suas próprias decisões. Em março de 2002 a Eletronic Arts, empresa responsável pelo jogo, anunciou que The Sims era o simulador mais vendido do mundo. Para o salão do automóvel de 2010 a Fiat pretende apresentar o primeiro carro conceito do mundo, concebido totalmente através de Creative Commons, em um setor do mercado no qual o segredo e a espionagem industrial são quase tradições.

Cada geração é produto de contextos históricos diferentes e tem seu próprio conjunto de valores e comportamentos. Em outras palavras: o mundo muda; as pessoas (e o que as motiva) mudam. Então, ao nos depararmos com o The Sims ou o projeto Fiatmio, ou ainda com a Wikipedia e o projeto Linux, devemos perguntar à que valores e comportamentos esses "fenômenos" respondem para sabermos o que motiva as pessoas dessa nova geração.

Segundo o professor da Fundação Dom Cabral, Ricardo Carvalho, em entrevista para o IT Web, a geração de hoje "chega com novos valores, novas formas de ser, e as empresas não estavam preparadas para isso". Então, quem são eles? Quais são seus valores e como se comportam? O que empresas como Chemtech ou Petrobrás perceberam sobre essa nova geração que as colocaram em primeiro lugar no ranking da preferência dos jovens?

Tudo é o que eles querem e não se contentam com menos. Os profissionais da chamada geração Y são ambiciosos e procuram por carreiras que lhes proporcionem um rápido desenvolvimento profissional. Para isso, estão dispostos a adaptar-se sempre, sabem que a única coisa certa é que as coisas mudam. Sendo assim, demandam novas oportunidades para aprender e novas responsabilidades com uma freqüência muito maior do que as organizações estavam acostumadas.
Se bem gerenciado, esse profissional trará muitas vantagens para a organização no que se refere à inovação e competitividade. Mas atenção! Não se trata de tudo a qualquer custo. Eles procuram sentido naquilo que fazem e agem muito mais pela consciência do que pela obediência. E ainda conseguem fazer tudo com alegria, bom humor e informalidade.

Ao mesmo tempo

Os profissionais dessa geração têm uma capacidade incrível para fazer muitas coisas ao mesmo tempo: eles terminam um relatório importante enquanto tiram dúvida de um colega pelo celular e conversam com um amigo no GoogleTalk. E sim, eles conseguem fazer tudo isso sem perda de qualidade do trabalho e equilibrando muito bem a vida profissional e a pessoal, já que as duas têm a mesma importância para eles. Trabalhar em projetos que possam ser divididos em atividades com começo meio e fim e que lhes possibilitem fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo é o ideal. E as organizações podem potencializar ao máximo essa característica.

Agora!

Esses profissionais têm pressa e simplesmente não entendem um processo decisório lento nem desejam envolver-se em atividades que o façam perder tempo. Não espere que sigam regras bobas ou sem objetivo claro e muito menos que se prendam a atividades repetitivas: muito antes do que você imagina encontrarão um atalho para fazer a mesma coisa, mais rápido e com mais qualidade. Aliás, os profissionais dessa geração não aceitam desempenho medíocre. Mudança é seu sobrenome e qualidade é seu nome do meio.

Políticas claras para ascensão na carreira, prêmios em forma de cursos de formação ou certificações técnicas, planos de comunicação claros e bem estruturados, gestão por competências, não há receita pronta. Mas compreender melhor esses profissionais, seus motivadores e seus comportamentos levará as organizações a encontrarem a melhor forma de retê-los.

Mas todos os profissionais serão assim? Há volta? São mesmo esses os profissionais que as empresas terão que gerenciar atrair e reter? Em 2001, quando se discutia o estouro da bolha das pontocom, Don Tapscott, escreveu o artigo Rethinking Strategy in a Networked World (or Why Michael Porter is Wrong about the Internet). Nele, criticava a posição de Michael Porter, que defendia que a internet seria apenas mais uma ferramenta na mão das empresas e que a forma tradicional de se conceber a estratégia precisava ser resgatada já que a "nova economia" não existiria. Tapscott, por sua vez, dizia que a forte integração entre empresas e pessoas seria a característica de uma nova forma de economia, cuja expressão máxima era a internet e propunha que as empresas revissem seus modelos de negócio a partir desta nova perspectiva.

Bem, parece que Tapscott estava certo e as características da geração Y atestam as transformações sociais que vivemos. São esses "caras" que vão gerenciar as empresas no futuro. Mas eles também podem ser bons agora. E estão batendo à sua porta...

 

Por Luciana Priosta (consultora da CC&G Gestão de Pessoas, graduada em Ciências Sociais (Unicamp), com especialização em Ciência Política e pós-graduada em Gestão Estratégica de Pessoas (INPG))
HSM Online
19/10/2009

Espaço do leitor: 32 Comentários
Comentários:
Caio Thomé disse:
Janeiro 28 de 2010 às 09:49 hs.
Peço licensa para dar uma informação aos interessados e Gestores de Recursos Humanos.Somos da EBT Uniformes Profissionais, criamos e produzimos uniformes padronizados e personalizados.Caso você busca uniformizar sua equipe de colaboradores com Qualidade, Preço e com atendimento diferenciado, entre em contato conosco.www.ebtuniformes.com.br
Cah disse:
Janeiro 6 de 2010 às 07:57 hs.
Concordo com a Daiana Sampaio, "Hoje só consigo ver uma saída, empreender, é o que estou determinada a fazer, desistir, cair na zona de conforto, jamais! Além disso, vislumbra outra saída?"É isso aí, com esta situação veremos muitos jovens indo por este caminho, só esperamos que dê tudo certo! Nem preciso comentar que me encaixo exatamente nas características da Geração Y...
Ivonete Naval Silva disse:
Novembro 16 de 2009 às 13:03 hs.
Esta pressa da geração y , é que assusta as empresas. Buscam desenvolvimento rápido e mudam de empresa constantemente, e este pouco tempo não agrega valor ao seu aprendizado, oferecendo muito pouco para empresas. O talento se perde justamente na pressa.
Rafael disse:
Novembro 16 de 2009 às 04:58 hs.
Sugiro muita calma na hora de avaliar as novas gerações. Muitos têm problemas de concentração e motivação, sendo raros os que sabem escrever. As novas gerações não desafiam somente os gestores, mas os educadores e os pais e não são todos um bando de gênios, muito ao contrário disso.
Clarissa disse:
Novembro 6 de 2009 às 08:18 hs.
A Geração Y já é uma realidade na maioria das grandes empresas. Toda essa leva de Trainees e Estagiários já são geração Y. No entanto, alguns gestores são míopes. Outros nem sabem do que se trata. E discordo quanto à paciência. A Geração X não esperou o tempo dos Baby Boombes, nem estes esperaram o tempo dos Veteranos. A velocidade com que as coisas acontecem vai mudar sim - aliás, já está mudando! Quem não se aposentar, verá!!
Isaías disse:
Novembro 5 de 2009 às 22:08 hs.
Alto lá, poderia dizer se assim pudesse a história do mundo.O presente e o futuro são ramificações do que é, e do que foi. Portanto, quem preparou este terreno foi a geração X, detentores na grande maioria do conhecimento de hoje.Acredito apenas no mix dessas duas gerações, de forma que a tônica do tema deve ser proporcional. Imaginamos que no futuro teremos outra geração que assim como a Y, será dada a esta geração atual, o melhor respaldo que a geração X . Este é o desafio...e por enquanto ainda é só promessa.E ficamos todos otimista na expectativa de que realmente seja melhor. Mas cá com meus botões, a educação em geral, não conduz para nuvens de primavera.
salmo Gardino disse:
Novembro 3 de 2009 às 09:07 hs.
Matéria muito importante para os gestores de pessoas avaliarem melhor a geração Y! Sabemos que a geração Y hoje, com sua informalidade e estilo próprio de se trajar não passariam adiante numa entrevista de trabalho para área comercial de uma empresa que lida com vários tipos de clientes. Porém, vai uma um conselho! Se a geração Y tem vontade de crescer rápido na carreira, terá que ter paciencia. Esta é uma das ferramentas para o sucesso. As tendências das gerações passam, mas a experiência, o job skill, a habilidade, a maturidade vem com tempo e cabe a geração Y se adaptar ao mercado o mais rápido possível e ter muita paciência, pois a burocracia impera nas empresas na questão de encarreiramento. Agora, não confunda paciência com o comodismo e zona de conforto.
Thiago Scovino disse:
Outubro 28 de 2009 às 20:28 hs.
Durante a leitura do artigo eu mesmo fazia varias coisas ao mesmo tempo. Inclusive ctrl c ctrl v uma frase q gostei para postar no facebook e twitter.E me vejo exatamente dentro das caracteristicas da geração Y. O q nao pode acontecer é uma confusão entre nova tendencia e responsabilidades.
Fabio Almeida disse:
Outubro 27 de 2009 às 18:50 hs.
Tambem tenho que concordar com a maioria dos comentarios...Entendo que o texto faz um relato da mais pura realidade. O começo do texto já induz o leitor a ler o texto inteiro, é cativante, justamente por falar de algo que está presente na personalidade da maioria dos leitores desse artigo.Sou Formado em ADM, trabalho no departamento Fiscal, e busco alternativas de melhorias constantemente no meu local de trabalho.Parabens!!!
Rogerio Gea disse:
Outubro 27 de 2009 às 16:44 hs.
Luciana, ótimo texto. Parabéns!!! Na minha opinião, vejo que o mercado não está preparado para a busca e retensão de talentos, assim como muitos profissionais não estão se preparando para as necessidades e oportunidades deste mesmo mercado ou se tornam somente "alpinistas profissionais".Querem a ascensão a todo custo, utilizando quaisquer meios, éticos ou não!! A discussão do tema merece aprofundamento! Abraços.
manu23_melo@hotmail.com; pabllo.melo@hotmail.com; luks_bmx@hotmail.com disse:
Outubro 23 de 2009 às 14:51 hs.
VAMOS LER!!!!!!!!
Adriano Ferreira Santana disse:
Outubro 22 de 2009 às 13:17 hs.
Ótimo artigo. Também me identifiquei com o texto, e a poucos dias passei por testes psicológicos para uma vaga de analista e meu perfil apontou essas características. Agora espero o retorno final do processo rsrs penso que se a empresa que estamos não nos valoriza, temos que procurar uma outra empresa. Afinal somos da geração Y!!!Abraço
Cezar Cattani disse:
Outubro 22 de 2009 às 07:07 hs.
Me identifiquei muito com o texto. Tenho certeza que sou da geração Y, gosto de trabalhar, fazer coisas, inovar e encontrar soluções para limar as repetições e retrabalhos desnecessários. Hoje tenho vinte e nove anos e compreendo bastante o mundo dos negócios devido as oportunidades profissionais e curiosidades, não ter medo de errar, sou uma pessoa ativa que faz, não tem medo de perder tudo claro que faço o possível para planejar da melhor forma possível antes. Cursando MBA de Gestão de projetos e com a oportunidade de trabalhar com monitoramento de Redes Sociais estou entrando em um universo muito interessante. Obrigado, Cattani
ROGÉRIO disse:
Outubro 21 de 2009 às 20:19 hs.
BOA NOITE PROFESSORA. TENHO 37 ANOS, SOU EMPRESÁRIO E ME CONSIDERO MUITO LENTO PARA ACOMPANHAR ESTA GERAÇÃO. POSSO ESTAR ERRADO MAS O QUE EU PERCEBO É UMA INVERSÃO DE PAPÉIS ONDE O PROFISIONAL EM QUESTÃO NÃO MAIS É OU SERÁ ESCOLHIDO POR UMA ORGANIZAÇÃO E SIM ELE TEM A" DIFÍCIL" MISSÃO DE ESCOLHER ONDE QUER TRABALHAR. DEIXANDO ENTÃO A MISSÃO AO GESTOR OU GERENTE OU LÍDER DE CONSEGUIR RETÊ-LO NA EMPRESA POR MAIOR PERÍODO DE TEMPO. POIS COM ESSE PERFIL, O "JOVEM" TALENTO DA MESMA MANEIRA QUE É RÁPIDO PARA DESEMPENHAR SEUS DESAFIOS TAMBÉM O É PARA DECIDIR A MUDANÇA PARA UMA PROPOSTA MELHOR DE OUTRA ORGANIZAÇÃO.ELE NÃO CRIA RAIZ EM LUGAR ALGUM, O QUE O TORNA MAIS AINDA DISPUTADO PELO MERCADO.familiaevedove@superig.com.br
Taiana Melo disse:
Outubro 21 de 2009 às 13:34 hs.
Bárbaro!! Estão perfeitamente indicados no texto os motivos que estão me fazendo repensar meu futuro profissional. Tenho 22 anos, trabalho há 1 ano e meio em uma agência de publicidade líder no ramo, recebo um salário razoável, porém percebo que organização não se investe em seus profissionais, além de não possuir um plano de carreira ou uma política que preze o desenvolvimento contínuo. A empresa que nos dias de hoje não investe em seus recursos mais cedo ou mais tarde acaba perdendo talentos, que vão buscar melhores oportunidades profissionais, que agreguem valor à sua carreira. taianamelo@ymail.com
Marcel Quelhas disse:
Outubro 20 de 2009 às 21:07 hs.
ORBIGADO!!! fico feliz de saber que estou alinhado a tudo isso, e a essa realidade!!!sei dessa tendência, e sempre levantei essa bandeira!!! estou aliviado e muito feliz por esse artigo!!!e agradeço porque me sinto homenageado!!!! Li outra vez e quis comentar de novo.
Marcel Quelhas disse:
Outubro 20 de 2009 às 20:54 hs.
Fiquei paralisado!!! me deu pressa de ler.. li tudo rápido e com ancia de chegar no final, curioso com a conclusão e no que ela falava de min.. por que me sinto identificado com o perfil escrito pela Luciana. INCRÍVEL * Tenho 24, e muitos investimentos em cursos e treinamentos empresarias, todos ligados as vertentes da comunicação interna, começando terceiro ano de Publicidade, e assistente de marketing da AudibeL*) uma exelênte empresa!!!
Fernando Paiva disse:
Outubro 20 de 2009 às 20:04 hs.
Meu Deus! Que artigo perfeito! É como uma auto-descrição. Pena que percebo que muitas empresas nos tratam como se fôssemos funcionários da década de 70. Lamento...
Carlos Ferreira disse:
Outubro 20 de 2009 às 14:54 hs.
Parabéns!! Eu tinha assistido à entrevista do Tappscot no HSM Specials, e boa parte do que ele disse concorda com o seu artigo.
Caio Cavalheiro disse:
Outubro 20 de 2009 às 12:02 hs.
Muito bom o artigo.Parabéns;Tenho 21 anos e cada vez mais vejo irmãos, amigos e conhecidos dedicando-se ao máximo para construir um diferencial competitivo para consquistarem algo que almejam profissionalmente.O que acontece é que apesar de todas estas características, muitas empresas ainda não suportam ou não estão preparadas para receber a nova geração que por sua vez dedica-se cada vez mais em novos diferenciais, fazendo com que a competição no mercado fique extremamente acirrada devido à qualidade ao menos teórica destes novos profissionais, com "sede" de conhecimento e "fome" de experiência prática.
Cristiane Endo disse:
Outubro 20 de 2009 às 11:44 hs.
Adorei o artigo Luciana, mostrou de um jeito prático como é a geração Y! Tenho 24 anos e sinto exatamente isso. Não gosto de perder tempo com o que não vai dar certo, mas sempre tem gente que insiste em fazer pra inglês ver, ou só porque quer falar pra fazer. Acho que nossa geração é baseada em compartilhamento, parceria, transparência, estratégia, igualdade, praticidade, qualidade e superação. Sempre penso que tudo pode ser melhor e é isso, nós buscamos aperfeiçoar os modos como são feitos os processos, valorizamos os relacionamentos - por isso, não há necessidade de bloqueios a msn etc, afinal, usamos para obter informações que podem contribuir para a empresa, além de agilizar muitas negociações- enfim, sabemos de nossos compromissos e cumpriremos do nosso jeito! Parabéns!
Mônica R. Estanislau disse:
Outubro 20 de 2009 às 09:21 hs.
Excelente artigo Luciana, claro e preciso! Concordo plenamente quando diz: "os profissionais dessa geração não aceitam desempenho medíocre". Tenho a opinião de que, se for pra executar algo, que seja satisfatório e que traga resultados. Porém, é triste afirmar que nem todos são valorizados como merecem. Há a necessidade de que os "atuais gestores" aceitem que os novos profissionais estão motivados e preparados para desenvolver trabalhos em diversas áreas de atuação, entendendo que dinamismo é a característica do momento. Esses novos profissionais estão soltos nesse mercado louco e competitivo, não medindo esforços para construir uma carreira de sucesso, buscando cada dia mais conhecimento e vantagem competitiva, prontos para mostrarem todo seu potencial para as organizações que proporcionarem aos mesmos, as chances e oportunidades de desenvolvimento de carreira que tanto almejam. Grandes talentos existem, grandes oportunidades é que, infelizmente, está em escassez.mnc.rodrigues@gmail.com
vanessa vieira disse:
Outubro 20 de 2009 às 08:54 hs.
O mais importante é o mercado evoluir de acordo com o geração, coisa que atualmente nào acontece. Muita bacana esse artigo, com certeza deveria ser lido por todas as empresas seja qual o ramo. Esse um novo mundo, onde as coisas são diferentes e o mercado está precisando pensar mais nessa geração e na realidade.Parabéns.
Luciano Santana disse:
Outubro 20 de 2009 às 08:49 hs.
Parabéns pelo artigo. todas as empresas vivem conflitos de geração. Já tenho 50 anos e já assumi diversos cargos gerenciais. Apesar de tentar compreender esta geração vejo que são, em grande maioria, oportunistas, carreiristas, sem educação e limites e de fato querem tudo a qualquer custo. excessões existem mas são raras, normalmente não sabem o que sigificam valores. Uma esperança talvez seja a volta das disciplinas de sociologia e filosofia no ensino médio para que esses jovens possam refletir como conduzirão as suas ações no mercado de trabalho e na convivência com as pessoas com que se relacionam. Sou pai e acredito nos jovens, ética e disciplina são importantes em qualquer contexto histórico. Sucesso a todos e façam a diferença preservando o que é necessário e mudando de fato o que deve ser mudado.
Guilherme Pincelli disse:
Outubro 20 de 2009 às 07:30 hs.
Excelente artigo! Demonstra a realidade na qual estamos passando, os jovens como eu entrando no mercado de trabalho procurando abrir novos caminhos e horizonte para as empresas, essa ansia em crescer profissionalmente tem sido cada vez mais evidente entre os jovens, a dificuldade está realmente em encontrar o equilibrio com os gestores que administram a empresa e de certa forma ficam surpresos com tanta disposição e vontade dessa nova geração.
Raphael Monteiro disse:
Outubro 20 de 2009 às 07:14 hs.
Luciana, excelente artigo, vocês foi muito feliz em suas palavras e direto ao ponto que muitas empresas e gestores não conseguem enchergar essa realidade que vivemos, temos muitos talentos sendo mal aproveitados nas empresas e consequentemente uma perda grande de conhecimento nas empresas, isso influencia diretamente no crescimento de muitas empresas e no país. Estarei cursando no 1º semestre de 2010 uma disciplina na UFRJ justamente sobre "Rentenção de talentos". Parabéns.raphaelmsilva@yahoo.com.br
Ypslon Lost disse:
Outubro 20 de 2009 às 06:41 hs.
Y's unir-vos!
Daiana Sampaio disse:
Outubro 20 de 2009 às 06:36 hs.
Olá Profa. Luciana, belo artigo. Tuas palavras descrevem o profissional de sucesso, pena que muitos gestores não estão preparados para desenvolver tais capacidades. Muitas vezes sinto-me sufocada, lutando contra a maré. Sinto um pesar quando vejo casos de sucesso similares aos meus projetos. Hoje só consigo ver uma saída, empreender, é o que estou determinada a fazer, desistir, cair na zona de conforto, jamais! Além disso, vislumbra outra saída? Obrigada.
valmir cimenti disse:
Outubro 20 de 2009 às 06:23 hs.
Muito bom este artigo, porém vejo que na prática que as empresas não estão preparadas para suportar este novo perfil profissional e vejo que os gestores atuais ainda se prendem a velhos modelos de produtividade. O que precisamos é de gestores que estejam mais preparados aos novos modelos gerenciais e que consigam reconhecer estes novos valores das pessoas valorizando o potencial de cada um, independente da geração a que o profissional pertença. Valmir00@yahoo.com.br
Jonatan Freitas da Silva disse:
Outubro 19 de 2009 às 21:29 hs.
Luciana, você acertou em cehio como são os novos profissionais, pena que nem todas as empresas reconhecem esse tipo de colaborador, que está disposto a fazaer de tudo para alcançar o sucesso profissional, enfrentando todas as barreiras e obstáculos do mercado de trabalho.Beijos a todos e boa sorte na carreira.
Alexandra disse:
Outubro 19 de 2009 às 16:11 hs.
Luciana, voce foi direto ao ponto! Isso eh exatamente o que sinto, e vejo que muitas pessoas da minha geracao sentem tambem. Nao nos contentamos em sentar em nossas cadeiras e fazer coisas como elas sempre foram feitas. Nao entenda isso como rebeldia ou alusao ao caos. Simplesmente queremos pensar, modificar, crescer, fazer a diferenca. Algumas empresas investem tanto em profissionais super qualificados e depois o que fazem com eles? Muitas vezes nada!! Colocam a pessoa para se encaixar no formato pre-estabelecido e perdem TUDO o que poderiam vir a ganhar. Ou pq o profissional perdeu aquele brilho que tanto chamava a atencao, ou pior, pq ele foi brilhar na empresa logo ali ao lado... Espero que artigos como esse venham ajudar as empresas a ver e entender essa nova geracao. Estou fazendo o meu "tudo" dando duro para concluir minha pos em Londres, e o que mais quero eh voltar pro Brasil e encontrar o meu espaco para fazer a diferenca!
Eudio Braz do Amaral disse:
Outubro 19 de 2009 às 16:01 hs.
Parabéns Profª Luciana pelo conteúdo magnífico! - Parece até este acelerar que os jóvens talentos perseguem neste século XXI fazem parte de todo o conteúdo seu... Acelerado! Rápido!...- Só caronearia estes conhecimentos e diria, assim oh: Ao Selecionar-se, considerem o tripé imprescindível motivador: 1º) Demanda do Cargo, 2º) Salário e 3º) DC-Desenvolvimento de Carreira. Com isso, maximiza-se a fixação do talento na Empresa Global. É isso! E-mail: eudioba@uol.com.br
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