Recursos Humanos
Quais são os seus valores?

Assimilar os valores da empresa é fundamental para um bom trabalho, mas os pessoais não devem ficar de lado.

As empresas criam naturalmente seus valores para que estes possam representá-las e defendê-las da melhor maneira perante os stakeholders.

Mas como surgem ou são criados e perpetuados estes valores, estas crenças?

Eles surgem através do histórico da empresa, dos valores pessoais dos fundadores, da adoção de práticas sustentáveis e das próprias ações frente às demandas do dia-a-dia que fortalecem seu DNA, entre outros meios.

É correto dizer, então, que quando admitidos, levamos para o novo ambiente não apenas nossas expertises profissionais; levamos também integridade, beleza, vigor, lealdade, seriedade, humor, ética, inteligência e comprometimento. Ou seja, levamos valores positivos e alguns negativos, que cada um de nós conhece muito bem.

E o que levamos quando saímos da empresa?

Mantemos nossos valores pessoais e a passagem por uma empresa não é nada mais do que um ciclo que teve começo, meio e fim. Ponto final. E certamente sairemos mais fortes para os novos desafios que virão.

É preciso uma percepção aguçada e inteligente para extrair aquilo que de melhor aconteceu enquanto lá estávamos. O resto? Delete!

Não há como mudar esse roteiro. Trocam-se os atores e cenários apenas.

Assim colocado, esta história de “vestir a camisa” precisa ser melhor entendida. È necessário evitar uma blindagem imaginária, que soe falsamente aos ouvidos pouco atentos de alguns profissionais. Este sim é tipo do comportamento que não cria valor algum.

O que lhe parece mais importante? Os seus valores ou vestir a camisa da empresa?

 

Por Mauro Bianco (diretor - SPS Consulting. E-mail: sps@spsconsulting.com.br)
HSM Online
19/10/2009

Espaço do leitor: 17 Comentários
Comentários:
Flavia Rodrigues disse:
Março 15 de 2010 às 07:38 hs.
Em todas as vezes que fui admitida, procurei vestir a camisa da empresa, nunca me detive em fazer somente o feijão com arroz e jamais pensei que estava trabalhando sem remuneração por aquilo.Posso garantir que isso me fez uma pessoa melhor capaz de abraçar desafios.
Ingrid disse:
Janeiro 10 de 2010 às 14:04 hs.
Profissional com dois esses!
adilson disse:
Janeiro 2 de 2009 às 06:12 hs.
quando ingreço em uma nova empresa visto a camisa se for reconhecido e bem remunerado,caso comtrario trabalho lado a lado com oque estão me oferecendo,pois meus valores pessoais e proficionais não são achados no licho.proficional reconhecido e proficional satisfeito.
Jane Islene disse:
Dezembro 9 de 2009 às 11:17 hs.
Sem sombra de dúvida, entre os meus valores e vestir a camisa da empresa, ficam meus valores!Porque eles fazem parte da minha essência enquanto pessoa, que é o somatório de todas as minhas experiências pessoais e profissionais. Se a empresa tem a camisa corrompida, troca-se de empresa e de camisa, porém nunca poderemos nos trocar por outro modelo melhor, nossas ações são irrevogáveis, mas sim, cummulativas!
Hashimoto, Renato disse:
Novembro 19 de 2009 às 04:12 hs.
Analisando o texto e os comentários postados, vejo como é comum expressar sentimentos positivos com relação ao trabalho ético e de princípios junto a sociedade, organizações e empresas. Entretanto o que acontece de fato, é que o mundo real é muito diferente do mundo ideal. Cada vez mais é perceptivel uma teatralização da ética, dos princípios e valores. As empresas jovens ou velhas acabam adquirindo as vicissitudes dos seus executivos, e os principios e valores inciais acabam sendo distorcidos. E por vezes a empresa finge possuir um "range" de principios e valores que sequer são pré-deinidos. O mesmo ocorre com os profissionais recém contratados, que por vezes são elegidos de maneira fria, baseada em papéis, aparência, suposta postura ética e social, mas ao adentrarem na realidade das emrpesas, não conseguem colocar em prática estas etiquetas, principalmente porque no teatro empresarial generalizado, os princípios vendidos originalmente sequer existem de fato, e a realidade supera o teatro.
Breno disse:
Novembro 18 de 2009 às 20:08 hs.
Um humano sem valor... é um humano sem humanidade.
Naohiro Suga disse:
Novembro 18 de 2009 às 10:00 hs.
O alinhamento de valores pessoais e organizacionais é o meio mais eficaz para se criar um senso de comunidade. É através dele que as pessoas passam a acreditar nos propósitos da organização onde trabalham, encontram significado e se prontificam a dar o máximo de si.
Rui Sá disse:
Novembro 18 de 2009 às 07:05 hs.
Seus valores devem estar em paralelo aos da empresa. esse negócio de vestir a camisa da empresa é passado, hoje, diante da concorrência, pressão por resultados e eficiência você tem que ser a empresa,
Gutemberg B. Fernandes disse:
Novembro 6 de 2009 às 14:32 hs.
Acredito que o mais importante é juntar e equilibrar os dois valores, empresa e pessoa. Acredito também que todo mundo tem algo bom pra oferecer, então, é função dos gestores da empresa reter e absorver ao máximo esse "bom" das pessoas. A empresa atual tem que ser capaz de elevar o potecial humano no mais alto grau de satisfação, alcançando assim o objetivo empresarial, que não se limita simplesmente na produção de bens e serviços, mas também no ato e responsabilidade social de influir comportamentos nas pessoas que façam com que elas busquem um sentido de coletivo "mais" bem definido, sendo empresa, o centro da dinâmica social e pessoa, o elemento mais importante para a mecânica social. Por: Gutemberg B. Fernandes, estudante de Administração. BH, Minas Gerais.
Mauricio Werner disse:
Outubro 24 de 2009 às 18:20 hs.
As empresas precisam dar as camisas para que seus colaboradores possam vesti-las !A questão do comprometimento com a empresa passa pelo processo de seleção e retenção de talentos mas no momento em que o profissional entra para alguma organização, precisa de bom senso. O que é ter bom senso? É fazer o que precisa ser feito sem que ninguém precise falar...Empresas de vanguarda, escolhem bem seus talentos, os dá autonomia e colhem resultados muitas vezes maior do que o esperado.Mauricio Werner - RJ
Custódio marcos disse:
Outubro 20 de 2009 às 09:35 hs.
O novo profissional recém chegado aos quadros de determinada empresa é produto de uma seleção com base em sua qualificação.Isso é mais que óbvio. Entretanto, cabe ressaltar a analogia do Soldado ,ao ser desdobrado para uma zona de conflito.Nesta situação, ele, há algum tempo antes, ingressou em seu Exército, em primeiro lugar, por amor a um ideal ou vocação. A sua seleção foi produto de seus valores éticos, físicos e intelectuais, dentro do nível previsto para que ele atue.Qual pretendente que não procura conhecer o DNA do Exército em que quer ingressar?Contudo,mais tarde, já em situação de combate, ele terá que aplicar, em primeiro lugar, aquilo que aprendeu em seus treinamentos , sim; porém a sua sobrevivência será fruto daquilo que ele, astutamente, terá que pensar à frente das ações de seu inimigo.Nas situações de ataque, contra-ataque ou retirada organizada, não importa, ele irá conseguir êxito somente se "inovar" em relação "aquilo que procurou conhecer de seu inimigo.Qualquer oponente, deixa de ser eliminado por disparos certeiros somente por meio deste tipo de perseverança.O primeiro combate é interior, ou seja, contra as suas próprias tendências de marasmo.Caso contrário, ele morre.Esta analogia traduz muito bem a expectativa do profissional que carrega seus valores para uma estrutura organizacional em que ingressa.Eles são válidos e imprescindíveis, porém, agora, para sobreviver a contento ele terá que ,constantemente, inovar naquilo que está previsto que ele faça em suas atribuições.A melhoria contínua é "mandatória". O conformismo com a rotina da mesmice ou dos louros conquistados implicará no tiro certeiro que levará na cabeça ou no tórax, que significa ser convidado para passar no RHU com o fim de ser dispensado.Para estes, nem cerimônia de funeral com bandeira sobre o caixão com toque de corneta haverá quando chegar em casa.E para que? Nem herói ele foi !Se possuímos valores, temos que , para,sempre, estar à altura deles! Somente deste modo o "Exército"(empresa) nos aceita. E não vamos nos iludir, não! O que ele quer mesmo é "matemos" os nossos inimigos em campanha. No Exército, lieralmente falando, nem tanto, já que existem tempos de paz. Porém, na empresa, as situações de combate são, na verdade, bem piores, porquanto os combates aos oponentes(competidores) ocorrem diariamente, sem trégua alguma! Quem não vencer, morre.E vejam bem que o inimigo não se interessa por nossa capitulação.Se assim fizermos, está mais fácil sermos aniquilidaos por fuzilamento.Prisioneiros, nestas siuações extremas, a bem da verdade, incomodam e dão trabalho!
edna pavoni disse:
Outubro 20 de 2009 às 07:21 hs.
Acredito que num processo de sele;áo a escolha e de dupla máo, a empresa nos escolhe, por nossas competencias tecnicas e por nossas competencias socio-afetivas.Por outro lado, tambem temos a escolha de decidir se queremos ou náo aquela empresa. Os valores pessoais devem estar em sintonia e harmonia com os valores da empresa onde trabalharemos. Assim ,creio faremos a diferen;a por onde passamos e com certeza depois da passagem por uma empresa nunca mais seremos os mesmos porque a troca e a vivencia de valores rec[iprocas se enriquecem.
José Adriano disse:
Outubro 20 de 2009 às 06:48 hs.
Certo, o texto não explana muito, mas se o fizesse seria de auto ajuda; acredito que "Vestir a Camisa" é mesquinho, um profissional tem que fazer o que é certo segundo a sua capacidade, valor, crença, familia; pois os valores de uma empresa mudam constantemente, e é celular, por departamento.
Valmir Cimenti disse:
Outubro 20 de 2009 às 06:32 hs.
Achei o artigo muito superficial, os valores das pessoas e das empresas são algo mais sério do que o artigo propõe. Atualmente na busca por resultados os valores pessoais e corporativos são colocados em segundo plano em favor da produtividade e dos resultados a qualquer preço. O que vejo na empresas é que estes valores deveriam ter um valor maior, porque muitas vezes não conhecemos os valores corporativos e precisariamos alinhar estes valores aos pessoais para que, nós e empresa, tivessemos obejtivos e metas comuns buscando resultados consistentes. valmir00@yahoo.com.br
Hugo disse:
Outubro 19 de 2009 às 21:29 hs.
Uma empresa só vive seus valores quando as pessoas que ali trabalham os pratica no dia-a-dia. No entanto, as pessoas querem vivenciar seus próprios valores e não aqueles impostos pela alta cúpula da empresa.Não acredito nessa coisa de assimilação dos valores da empresa. Acredito na construção de uma carta de valores com a participação de TODOS! Já vivi isso na prática e, acreditem, é possível sim. As pessoas se sentem parte daquilo, "pais da criança", e assim a colocação dos valores na prática, que é o que realmente importa, se torna muito mais fácil.
Roberto Sartori disse:
Outubro 19 de 2009 às 20:06 hs.
Este alinhamento de valores é fundamental. O problema é que poucas pessoas acabam tomando a decisão de deixar a empresa por que seus valores não estão alinhados. Acabam com isso sofrendo com stress e com doenças. Devemos ter atitude para fazer a escolha certa, e rápido.
lhlobo disse:
Outubro 19 de 2009 às 19:16 hs.
Valores!? tão importantes e ao mesmo tempo negligênciados pela maioria...será que sabem o que é isso "VALOR"...a maioria por conta de um objetivo profissional, torna-se um algoz corporativo e não se dá conta, quando percebe é tarde demais para voltar e recomeçar, os valores foram todos perdidos, a imagem destruída e para recomessar seria necessária uma nova vida....se tivessemos essa chance muitos ainda estariam por aqui pedindo rendenção.....
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