Espaço do leitor: 31 Comentários
>>Guía de participación en la Comunidad Intermanagers
Comentários:
ROBERTO CUNHA LIMA disse:
Fevereiro 7 de 2010 às 14:24 hs.
A ÚNICA E EXCLUSIVA INTENÇÃO É FORNECER OS SUBSÍDIOS DA EDITORAÇÃO PARA QUEM QUER QUE SEJA. PREFERENCIALMENTE PARA AS PREFEITURAS DE INTERIOR, ONDE EM SUAS BIBLIOTECAS RECEBEM PEDIDOS DIVERSOS DE COMO FAZER UM LIVRO. CENTENAS DE PESSOAS TÊM SEUS ALFARRÁBIOS GUARDADOS E NÃO SABEM O QUE FAZER PARA IMPRIMÍ-LOS. NÓS QUEREMOS ENSINAR COMO PREPARAR ESSE MATERIAL PARA A IMPRESSÃO A CUSTOS "ZERO". NÓS ENSINAMOS COMO EXECUTAR O PROCESSAMENTO.CONTINUEM CONTATANDO A NÓS PARA OBTER ESTA INFORMAÇÃO. OBRIGADO.
ROBERTO CUNHA LIMA disse:
Dezembro 29 de 2009 às 07:18 hs.
A PROPOSTA DO TOHAMAEDITOR É SOMENTE FAZER LIVROS, EDITORAR SEM CUSTOS COM ABSOLUTA GARANTIA. EDITORAR É ORGANIZAR, PROCEDER A LEITURA CRÍTICA, EXERCITAR A COPIDESCAGEM, EXECUTAR A REVISÃO VERNACULAR, FAZER A NORMALIZAÇÃO, A FORMATAÇÃO E PRINTER. (Somente depois de tudo pronto, você manda digitar onde você desejar).
ROBERTO CUNHA LIMA disse:
Dezembro 29 de 2009 às 07:18 hs.
A PROPOSTA DO TOHAMAEDITOR É SOMENTE FAZER LIVROS, EDITORAR SEM CUSTOS COM ABSOLUTA GARANTIA. EDITORAR É ORGANIZAR, PROCEDER A LEITURA CRÍTICA, EXERCITAR A COPIDESCAGEM, EXECUTAR A REVISÃO VERNACULAR, FAZER A NORMALIZAÇÃO, A FORMATAÇÃO E PRINTER. (Somente depois de tudo pronto, você manda digitar onde você desejar).
ROBERTO CUNHA LIMA disse:
Dezembro 22 de 2009 às 17:20 hs.
A intenção do blog TOHAMAEDITOR é simplesmente opinar, trocar idéias em rede e passar técnicas de manuseio das diferentes etapas da editoração. Mostrar um passo-a-passo gratuitamente. A minha experiência de 35 anos trabalhando com editoração tem recursos absolutamente corretos para fazer livros com menos custo e garantia de impressão. Sugiro as prefeituras consultar os seus munícipes para saber quem tem alfarrábios guardados e deseja editorá-los. Contate-nos.
Paulo Vítor disse:
Novembro 28 de 2009 às 13:37 hs.
Acredito que a utilização das redes sociais por um profissional não impacte decisivamente no momento de uma contratação, porém dependendo da forma que este profissional se expresse na rede, certamente contribuirá com a formação de seu perfil e certamente poderá ser um ponto positivo em sua contratação.Entendo que enquanto profissioanal de mercado, devemos estar atentos à todos os movimentos e ferramentas em uso, procurando utilizá-las da melhor forma.
tohamaeditoração disse:
Novembro 28 de 2009 às 04:23 hs.
É PRECISO COMPREENDER QUE NO MOMENTO NÃO HAVERÁ IMPACTO. MAS A TENDÊNCIA E IR DIMINUINDO, UMA VEZ QUE AS REDES TOMARÃO LUGAR DEFINITIVAMENTE DO MUNDO INTEIRO. NINGUÉM SEGUE O QUE É MAIS DIFÍCIL, SEGUE O QUE É MAIS FÁCIL E DIVERSIFICADO. NÃO TEM NEM COMPARAÇÃO. REDES SOCIAIS E SOFTWARE LIVRE.
Ana Paula Figuera disse:
Novembro 23 de 2009 às 08:42 hs.
Como o nome já diz, é uma rede social, onde nosso interesse é tornar pública a nossa opinião, nossos pensamentos e sentimentos. Sendo público, cada um deve pensar exatamente como quer ser visto e percebido pela sociedade - amigos, alunos, headhunters e todos com os quais nos relacionamos.
João Batista disse:
Novembro 22 de 2009 às 06:08 hs.
Acredito em parte, pois nem sempre o que é relatado ou inserido nas redes sociais pode ser considerado uma verdade cristalina do perfil do candidato, ainda creio que uma boa entrevista identifique a personalidade de um candidato mesmo com uma carga adicional de adrenalina comum, nesta ocasião.
CalPaschoal disse:
Novembro 21 de 2009 às 15:32 hs.
A identidade de cada pessoa pode ser representada de várias maneiras, uma delas é encontrada na rede social. Acedito que possa ser utilizada para identificar o quanto esta pessoa consegue compartilhar suas idéias e influenciar outras pessoas, sendo assim em áreas específicas poder vir a ajudar na busca de certos perfis profissionais, principalmente relacioadas a áreas de criação, marketing, desenvolvimento.
Alexandre Silva disse:
Novembro 20 de 2009 às 14:33 hs.
Acredito que a rede social é mais uma ferramenta que pode ajudar a identificar o perfil dos candidatos.
Filipe Frota disse:
Novembro 19 de 2009 às 12:31 hs.
Entendo a preocupação de verificar a personalidade do candidato a vaga. Porém, da mesma forma que as empresas estão sendo "moderninhas" na utilização de um novo recurso no processo de seleção, elas também tem que tomar uma atitude mais moderna em quanto a respeitar a individualidade, gostos e interesses das pessoas. Uma pessoa pode ter fotos em festas, com amigos, "tomando uma" e isso não quer dizer que essa pessoa não seja íntegra, e seja catalogada como um mero "fanfarrão". Há pessoas que conseguem manter um equilíbrio nos aspectos social, acadêmico, esportivo, de família e trabalho. Há pessoas irreverentes que podem ter fotos estranhas em seus perfis, porem são muito capazes... Essa verificação de conduta e personalidade nas redes sociais é muito subjetiva! Quem buscar meu nome, vai ver meu lado fanfarrão e de músico, mas também deve ver meu envolvimento com business e questóes ambientais...espero... :)
Guilherme RJ disse:
Novembro 19 de 2009 às 05:41 hs.
Sem dúvida tem impacto na contratação. Acredito que as redes sociais tem o poder de fazer com que as pessoas sejam elas mesmas. Dessa forma as empresas conseguem identificar características não compatíveis com determinada oportunidade. No twitter, se a pessoal tem um histórico que fale, por exemplo, que trabalhar é chato e coisas do tipo tem influência direta na eliminação do candidato.
Marina Mizioka disse:
Novembro 19 de 2009 às 05:38 hs.
Ah, não há nada melhor que o uso das redes sociais para contratação de funcionários em uma empresa. Já começa por onde os candidatos viram a vaga, ou seja, se eles estiverem atualizados, terão ciência de que as empresas estão publicando suas oportunidades cada vez mais pelas redes.Não há currículo melhor do que o conteúdo que há disponível sobre os candidatos espalhado nas redes. É todo um histórico de comportamento, conduta, profissionalismo e interesse, digo isso tanto em relação ao candidato, quanto do empregador.
Junior Benkenstei disse:
Novembro 18 de 2009 às 17:07 hs.
Não acredito. O perfil em uma rede social da muito poucas dicas do comportamento off-line do candidato.
Braulio disse:
Novembro 18 de 2009 às 15:58 hs.
Já vi meu diretor eliminar um candidato a uma vaga após visualizar as fotos em seu album, pois buscava um perfil mais sério para o cargo!
Anamaria Oliveira disse:
Novembro 18 de 2009 às 15:41 hs.
Acredito que essa é uma busca interessante para as empresas. A procura em orkut talvez até nem reflita nada muito sério pq é uma rede q ficou banalizada. Mas facebook, twitter e linkedin não. Agora com a evolução do CRM para o Social CRM, vai ficar cada vez mais fácil para as empresas identificarem seus clientes em potencial ( externos ou internos) via internet/social medias. Além disso a pouco foi lançado o social computer e as empresas, que já utilizam dos blogs corporativos, poderão utilizar ferramentas similares ao twitter para estabelecer comunicação rápida com seu público interno. Tudo está se transformando muito rápido e é preciso olhar cada vez mais a frente para visualizar tantas boas oportunidades q estão por aí. Abraços @anissyma
Adriana disse:
Novembro 18 de 2009 às 11:45 hs.
É impossível saber se o perfil que uma pessoa publica em uma rede social reflete ou não o seu caráter e a sua personalidade, pois, assim como na vida real, o indivíduo pode estar "representando" um personagem diferente em cada ambiente virtual em que se insere. Por exemplo: uma pessoa em busca de emprego, sabendo que seus perfis em redes sociais pode ser consultado por potenciais empregadores, pode perfeitamente manipular seus perfis para impressionar eventuais recrutadores. Ao contrário, pessoas com excelente caráter e qualificação podem passar uma impressão de descompromisso, irreverência e irresponsabilidade em sites como Orkut, Facebook. Se o recrutador se propuser a consultar uma rede relacionamentos profissionais, como Linkedin, ainda vá lá. Mas levar conta históricos e pefis eminentemente pessoais é uma ótima maneira de deixar de contratar profissionais talentosos.
nathalia k disse:
Novembro 17 de 2009 às 17:44 hs.
eu usaria e abusaria de consultas em redes sociais de um possível funcionário, então deve impactar sim
Cristiane Marassi disse:
Novembro 17 de 2009 às 15:19 hs.
Francamente, considero a consulta a redes como orkut, facebookou twitter anti-profissional! Cada pessoa tem objetivos diferentes para essas redes: reencontrar amigos, obter informaçoes sobre seus times, celebridades ou bobagens... O que isso tem a ver com o currículo, talento e potencial desse profissional? Nada. A empresa vai estimular a usarem essas redes durante o trabalho?! Provavelmente nao! Entao que direitos uma empresa pode ter sobre a vida pessoal de candidatos e funcionários?
José Zulmar Lopes disse:
Novembro 17 de 2009 às 11:44 hs.
Não creio que todos que aqui escrevem estão simplesmente querendo opinar. Vamos admitir que a maioria quer mesmo é fazer o seu marketing , pois este espaço não deixa de ser uma exposição. Eu escrevo para ver e ser visto, admito. Por esta visão se conclui, que a exposição em redes não é fator predominante na empregabilidade, uma vez que o(a) internauta que esta lá na rede esta para se mostrar do jeito que ele (a) quer ser visto(a). A Internet criou estereótipos tanto do bem como do mal. O que vale é o "olho no olho". No entanto, é indiscutível que elas são boas para empreendedores e reunião de pessoas com interesses comuns desejosas de ampliar o networking. Seja do bem ou do mal.
Eleven Eventos disse:
Novembro 17 de 2009 às 10:25 hs.
O perfil de um profissinal em sua rede social implica, no nosso caso, em possivel não contração, pois os pefis em rede social mostram o provável caráter de alguém , em cometários , fotos, trato social, etc. Usamos muito as redes sociais mas fazemos sempre um levantamento de todos os nossos profissinais e sua vida profissional, o que levamos em consideração nas redes são as possíveis falhas de caráter, pois as qualidades são virtuais, mas o comportamento anti-ético corre o risco de ser estendido à empresa e seus colaboradores, também sendo o funcionário um reflexo de nossa empresa, não queremos ter nossa imagem vinculada a qualquer fato desabonador.
Cinthia Erika disse:
Novembro 17 de 2009 às 07:49 hs.
Não creio que as redes sociais atrapalhem, a não ser quando há falta de consciência no uso demasiado durante o trabalho. É inevitável que observem as relações virtuais, assim como observam o modo de vestir, as relações sociais, meios de convivência, etc.. Acreditar em TUDO o que está na Rede é que não é prudente. Deve-se utilizar esses canais como algo adicional, não um fator determinante de identificação. Já como veículo para a BUSCA de profissionais, pela agilidade torna-se um veículo extremamente funcional, desde que após o contato virtual seja feito um trabalho detalhado, pessoalmente, para identifcar se está ou não de acordo com o perfil desejado. Abs,
Adriana Valéria disse:
Novembro 17 de 2009 às 06:50 hs.
Compartilho da mesma opinião do colega Augusto Esperança, nossos relacionamentos em redes sociais realmente revelam muito sobre nosso perfil, "basta uma análise psicológica" e é possivel conhecer nossas preferências, valores, conceito de moral defendido por cada um de nós e por ai afora. Acredito não ser possível separar efetivamente o ser social do virtual, porque não somos como "armários cheios de gavetas", somos uma totalidade e mesmo que tentarmos assumir uma personalidade virtual, ainda assim deixaremos rastros de quem realmente somos...
Jacques Meir disse:
Novembro 17 de 2009 às 06:43 hs.
A questão é muito complexa. Por um lado, a presença assídua em redes sociais pode ser indicador de falta de produtividade ou dispersão profissional. Por outro lado, pode ser uma medida de sintonia com as mudanças em série provocadas pela internet. Da mesma forma que outros tantos critérios, contratações precisam ter indicados confiáveis, regras e parâmetros que minimizem o erro e direcionem os profissionais mais aptos para as mais variadas funções. Talvez as redes sociais possam proporcionar alguns indicadores mas ao menos por enquanto, acredito que são simplesmente um fator a mais, ainda extremamente sujeito a avaliação subjetiva. Será que determinado perfil em re social pode efetivamente ser traduzido como competência, capacidade, liderança, talento em uma avaliação profissional? Ou pode dar a entender que NA MÉDIA, tal pessoa tenha um caráter dúbio? Acredito que os processos de contratação ainda são rudimentares, tanto quanto os processos medíocres de gestão de risco por seguradoras e bancos de maneira geral.
@fifoles disse:
Novembro 17 de 2009 às 06:42 hs.
Poder impactar, com certeza. O que as empresas tem que ponderar, é se devem ou não ter como critério de contratação de um novo funcionário as redes sociais. Além de permitir um dinamismo para você criar o perfil que você bem entender dentro de uma rede social, temos que cuidar com os famosos fakes."Competente, inteligente, trabalhador, inovador, lider, capacitado". Belas caracteristicas para um futuro empregado, não? Será verdade? Nos EUA 28% das entrevistas e contrações estão sendo realizadas pela análise do perfil do candidato nas redes sociais. È, quero ver quando rede social conseguir identificar o caráter das pessoas.Abs!
Diego Ferreira disse:
Novembro 17 de 2009 às 06:36 hs.
É totalmente relevante e útil tanto para a relação EMPRESA > CLIENTE, como para que os Candidatos se relacionem com a empresa (futura). O uso das redes sociais tem sim uma forte influência para contração (sou prova disso!), pois muito das informações e comportamentos que as pessoas aplicam em suas redes revelam muito do que realmente pensam frente o dia a dia. É claro que muitas informações podem ser "Mascaradas" ou "Falso Marketing Pessoal", mas nas redes sociais é fácil perceber que a verdade é que gera relevância e continuidade. Eu acredito, e muito, no uso das redes sociais para contratações... onde atuo, muitos foram contactados por uma Direct Message do Twitter e hj compõem nossa equipe!!! Abs,
Dario disse:
Novembro 17 de 2009 às 06:35 hs.
Acredito que sim, embora ache isso uma idiotisse, pois a vida virtual é fictícia. Não é porque um cara entra por exemplo numa comunidade "Bandido bom é bandido morto" que ele vai encarnar o Charles Brownson e sair por ai matando bandido. Não se pode levar as Redes sociais ao pé da Letra.
Mr.Garone disse:
Novembro 17 de 2009 às 05:05 hs.
Acredito que não, pois são duas coisas muito diferentes, vida social e vida virtual.Se você misturar as duas coisas a sua vida vira uma baderna!Nem as empresas devem bisbilhotar a vida pessoal em comunidades sociais do candidato, pois e uma invasão de privacidade e se o candidato for mesmo inteligente processa a empresa por invasão de privacidade e viola os direitos civis que constam na constituição.A UNIBAN e um bom exemplo: E capaz de fechar as portas por violar codigos da constituição brasileira.
Augusto Esperança disse:
Novembro 16 de 2009 às 09:53 hs.
Pode impactar tanto negativamente quanto de forma positiva. Os cliques de toda hora e todos os dias contam tudo sobre cada um de nós. Mas deverá ser um processo natural, o de acompanhar pessoas, opiniões e temas correlatos. Aí então assistiremos a um "encontro" mais simples e intenso entre oferta e demanda.
Alexandre Suplicy disse:
Novembro 16 de 2009 às 06:03 hs.
Acredito que as duas coisas que importam é que o currículo na rede social seja bom e que a pessoa não tenha nenhum comportamento inadequado a um ambiente profissional, mesmo que online.
Roberto Cunha disse:
Novembro 15 de 2009 às 21:50 hs.
Sim, é preciso apenas que a pessoa seja focada permanentemente na realimentação daquilo que está acreditando. O conjunto em sua integrlidade é que dirá o progresso e os resultados. Esta é a minha proposta no Blog TOHAMA EDITORAÇÃO. tohamaeditor@gmail.com